Canteiros de Fraternidade: cultivo para a autocomposição de conflitos

Páginas

279

ISBN 

978-65-5917-483-6

DOI 

10.22350/9786559174836

Canteiros de Fraternidade: cultivo para a autocomposição de conflitos

Organizadora

Charlise Paula Colet Gimenez

Nas sociedades hipercomplexas, a confusão engendrada por movimentos políticos, consumismo exacerbado e de relações virtuais, geram o vazio existencial que tem sido apontado tão pandêmico quanto a atual e amarga Covid-19 e suas variantes. O ser humano necessita ungir-se de referenciais e de modelos positivos para viver em harmonia. A despeito das inegáveis necessidades de crises para as transformações, a sabedoria humana está em como administrar os conflitos e mover tal contexto transformador significativo. Muito se alcança através da comunicação real e audível; compreensível e absorvível. Ressignificar pode ser auxiliado pela imersão do indivíduo em seus atos de natureza e pelo equilíbrio alcançável através das vertentes da arte, da religiosidade (que pode ou não se dar através da religião, em sentido estrito), das reflexões, do conhecimento, do autoconhecimento e dos caminhos de empoderamento, de esclarecimento e de realização. Sem dúvidas, a Mediação pode operar grandes espaços a contribuir nesse contexto. Justifica-se, assim, informar aos cidadãos a respeito das possibilidades de resolução de conflitos de maneira consensual, o que inclui a requalificação e a reciclagem dos profissionais do direito, potenciais expoentes e deflagradores dos caminhos alternativos à jurisdição convencional. - Márcia Michele Garcia Duarte

Canteiros de Fraternidade: cultivo para a autocomposição de conflitos